Somos todos soldados de uma “Cidade Partida”.

Eu fui soldado do exército, engraxava meu coturno, fazia a manutenção do meu fuzil, arrumava a minha cama todos os dias, cantava o hino, marchava, fazia os treinamentos, cumpria ordens e aprendi a ser de “pronto emprego”.  Eu não imaginava que um dia todo treinando seria usado a poucos quilômetros da praia, na “Cidade Partida”, em uma das maiores metrópoles do mundo a caça de pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades que eu tive.

Aos soldados desta cidade partida que não moram na zona sul mas que sem fardas e sem fuzis sofrem o reflexo da violência generalizada desejo paz, aos moradores desejo paz além de desejar que o poder público se faça presente. Importante lembrar que na primeira vez que o exército foi empregado no Rio de Janeiro todos nós comemorávamos mas em especial uma pessoa dava pulos eleitorais de alegria, Sergio Cabral, o maior marginal do Rio de Janeiro.

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